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Debra Beasley possui uma página com o seu nome, é a quarta colocada nas buscas do site Google e tema de discussões em vários blogs A professora Debra Beasley Lafave, de 23 anos, presa nos EUA por manter relações sexuais com um aluno de 14 anos, tornou-se muito popular na internet. Após sua detenção, em junho, a americana, que lecionava literatura em uma escola de Tampa, na Flórida, ganhou fãs no mundo virtual. Ela já possui um site com o seu nome, comunidades do Orkut (site de relacionamento) dedicadas a ela e incontáveis menções em blogs em inglês, português e até alemão. No site Google é a quarta colocada nas buscas mundiais, atrás apenas do filme do Homem-Aranha, da atriz americana Kirsten Dunst e do 4 de Julho, o dia da independência dos Estados Unidos. No total, existem 18,8 mil referências ao nome dela na web. Além da polêmica que envolve o caso, há outros fatores que aguçam a curiosidade dos internautas. Debra é bonita, loira, tem olhos azuis, lábios espessos, 1,55 metro e 50 quilos. A sedutora americana parece ter saído das fantasias de qualquer adolescente. Fórum de discussão No site dedicado à Debra e que leva o nome dela (www.debrabeasleylafrave.com) foi criado um fórum de discussão sobre a professora. O grupo é formado por mais de 200 pessoas do mundo inteiro, que têm como meta publicar na internet todas as fotos, histórias e relatos sobre a loira. A página foi lançada no começo deste mês e os integrantes já trocaram aproximadamente 72 e-mails com informações sobre Debra e expuseram 49 fotos da professora em diferentes momentos — na sua festa de formatura, no dia do casamento e no momento da prisão. Em um destes e-mails, um usuário não identificado faz uma análise de Debra e afirma que ela se relacionou com o aluno de 14 anos porque estava insatisfeita com o seu marido e se sentia muito sufocada. “A relação com o menino de 14 anos não foi apenas para a satisfação física, mas, principalmente, mental”, afirma. O site de Debra também realiza enquetes. Em uma delas foi perguntado aos internautas quem já tinha feito sexo com professor(a). O resultado foi: 40% tiveram vontade, mas não tentaram; 26,67% praticaram sexo com professor(a); 26,67% responderam não e 6,67% foram assediados pelo professor(a), mas se recusaram. |